16/12/2013

O SindiTelebrasil divulga uma cartilha para dar o passo a passo a ser feito pelo consumidor quando perde ou tem o celular roubado ou furtado. Segundo a entidade, os procedimentos, colocados à disposição dos clientes pelas prestadoras, são muitos simples.

O primeiro deles, e o mais importante, é saber o número de série do aparelho, chamado de IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel). É como se fosse o chassi do carro, que identifica o celular quando ele está usando a rede de telefonia móvel.

Para descobrir o IMEI, basta digitar no teclado do aparelho *#06# e aparecerá um número, que deverá ser anotado e guardado. Com essa informação em mãos o usuário que tiver seu celular roubado, furtado ou extraviado pode ligar para sua prestadora para informar o que ocorreu e solicitar, além o bloqueio da linha, também o bloqueio do aparelho. A linha pode ser bloqueada com a identificação do proprietário, mas o aparelho só pode ser bloqueado com a informação do IMEI.

Para atendimento dos usuários, as prestadoras seguem procedimento comum. O cliente deve informar dados pessoais que permitam sua identificação, como RG, CPF e endereço. Para a segurança do cliente, a prestadora também orienta o usuário a obter Boletim de Ocorrência (BO) na Polícia Civil. O bloqueio do celular pode ser feito mesmo que o cliente tenha adquirido o aparelho em lojas conveniadas, como a rede varejista, mas o usuário deve procurar a operadora da qual é cliente. Nos casos em que a pessoa recupera o celular, o cliente pode solicitar o desbloqueio.

Os números de celulares extraviados, perdidos ou roubados vão para o Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), criado pelas prestadoras. Atualmente existem cerca de 4 milhões de aparelhos registrados nesse cadastro. No Brasil existe 270 milhões de chips em operação, sendo 100 milhões de acessos em banda larga móvel, incluindo chips usados em smartphone, modens de acesso à internet e tablets.

Fonte: Convergência Digital